A primeira regra a ser seguida é a formatação de um plano de ação. Quais são os principais objetivos? Aumentar o número de leitores de feeds? Vender um produto ou serviço? Criar uma comunidade? Atrair um maior tráfego ou popularidade para seu blog/site? Sem uma estratégia definida não há como avaliar qualquer tipo de resultado.
Em segundo lugar deve existir uma relação de honestidade e transparência legitima entre a marca e o consumidor. O usuário deve se sentir livre para escolher e recriar o conteúdo ou não, portanto, isso não deve ser controlado (apenas comentários pejorativos fora do contexto da campanha), ou mesmo de caráter obrigatório (spams estão fora de questão e vão direto para a lixeira de e-mail de qualquer usuário).Terceiro, a exposição da marca e de seu conteúdo deve ser em forma bidirecional, o que facilita o diálogo entre o consumidor e a marca, por meio de comentários, enquetes, votações e fóruns.
Em quarto lugar, a descentralização da informação, ou seja, o poder da mídia social atinge milhões de pessoas e, portanto, a ação deve ser distribuída através de milhares de vozes e não unilateralmente pela empresa.
Em quinto lugar podemos entender que a visibilidade da marca e o sucesso da campanha devem levar em conta o perfil do usuário, seja ele financeiro, social, religioso, sexual, entre outros.
Outra dica valiosa para o sucesso na divulgação em websites de mídia social depende de uma interface amigável para o usuário, com fácil visualização e leitura do conteúdo. Não há nada mais irritante do que um site poluído, com interrupções de acesso e de difícil manuseabilidade.
O modo como a marca e a empresa representante é percebida dentro do mundo virtual pode afetar sua reputação e credibilidade perante o usuário, tornando indispensável muita atenção para alguns erros amadores que podem sacrificar uma campanha:
Um perfil mal construído pode levar abaixo toda uma ação publicitária e antes da divulgação do case, por exemplo, no Facebook, ou Twitter, a empresa deve se certificar de ter disponibilizado o máximo de dados possíveis de seu produto sem deixar nenhuma lacuna a ser preenchida. Tal erro já mina qualquer possível credibilidade com o usuário final. Isso vale para sites oficiais da marca, sem essas informações de apresentação não há troca entre o produto e o consumidor.
Spams estão fora de questão para qualquer forma de divulgação. Usuários de Internet são inundados por milhares de spams diariamente e a maioria dispõe de ferramentas para bloquear tais formas de mídia
.
Outro ponto importante a ser tocado é quando empresas ignoram criticas feitas por meio de comentários. Criticas construtivas são sempre bem-vindas e ajudam a melhorar decorrentes falhas, mas o ponto-chave em questão é sempre estar atento ao que a concorrência e os usuários/consumidores falam sobre sua marca.
A ausência de informações verdadeiras e a falta de transparência, por mais comuns que possam parecer, são um caminho sem volta. Em um primeiro momento isso pode até atrair o usuário, mas impede qualquer fidelização à marca e com certeza afugenta o público, lembrando que as informações sobre a ação são disseminadas à velocidade da luz, dentro do mundo virtual, e para milhares de pessoas.
Para o sucesso da divulgação, o site deve conter ferramentas de share (compartilhamento). Caso contrário de que adiantaria ao usuário enviar conteúdo próprio se o mesmo não pode ser disseminado na rede, para seus amigos e conhecidos.
Por fim, sites lentos, com demora no carregamento, com templates poluídos, sem atualizações constantes e navegação confusa não são user-frendly. Isso afasta o consumidor.
Moral da história , isto é para profissionais de área !
Nenhum comentário:
Postar um comentário